O Fabuloso destino de Amélie Poulain é com certeza um de meus filmes preferidos.
Assisti pela primeira vez em 2003 ou 2004 apresentado por uma amiga muito querida e estranhinha (no bom sentido) da faculdade.
Desde então não parei de assistir. Vejo regularmente e sempre escuto a trilha, que é lindíssima.
O filme é do diretor Jean-Pierre Jeunet e foi produzido em 2001. A linda Audrey Tautou fez a Amélie Poulain brilhantemente.
Mas todos os personagens são bem desenvolvidos e interessantes.
É um filme que nunca cansa e sempre acrescenta.
Pois então, fui convidada pelo pessoal simpático de Os Cinéfilos para participar de um bate-papo muito agradável sobre esse longa.
Nessa conversa bacana estavam presentes Bruno Gunter, Bruno Costa, Luciano Vieira, Erika Pessanha, Jeff Navarim e euzinha.
Quem ainda não viu, está perdendo!
E quem quiser ouvir é só clicar aqui.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Zuly em breve na App Store!
Aguardem! Em breve Zuly e Kiko vão encantar vocês com muitas brincadeiras. Novo livro interativo "Zuly brincando no quintal" feito em parceria pela Buba Filmes e Livobooks logo logo estará na App Store.
Ilustrações e texto por Camila Carrossine e de Alê Camargo. A parte complicadíssima do software foi feita por Pedro Israel e sua simpática equipe e a trilha sonora é do talentoso compositor Rodrigo Domingos.
O livro interativo estará disponível em três idiomas - português, espanhol e inglês.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Lançamento na Fnac
No sábado passado teve o lançamento do livro "O menino que tinha medo de errar". Foi aqui em São Paulo na Fnac da Paulista. O livro é da super simpática escritora Andrea Viviana Taubman e foi publicado pela Escrita Fina Edições.
Acima seguro no colo os bonecos baseados nos personagens do livro especialmente confeccionados para a contação de histórias que foi feita por Fábio Lisboa.
No canto superior direito minha mãe sempre me prestigiando. Ela é uma linda!
E abaixo, Rebeca de 3 aninhos, que adorou o foguete da fada. Um dos pontos altos do lançamento.
Acima seguro no colo os bonecos baseados nos personagens do livro especialmente confeccionados para a contação de histórias que foi feita por Fábio Lisboa.
No canto superior direito minha mãe sempre me prestigiando. Ela é uma linda!
E abaixo, Rebeca de 3 aninhos, que adorou o foguete da fada. Um dos pontos altos do lançamento.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
"Antônio" na mídia - entrevista com o escritor Hugo Monteiro Ferreira
O tema da infância sempre esteve presente na vida do professor universitário e escritor Hugo Monteiro Ferreira. Seu trabalho, muitas vezes como voluntário, tem sido despertar o prazer pelos livros nas crianças, em orfanatos, organizações sociais , instituições de saúde e escolas. Suas pesquisas de mestrado e doutorado são sobre a formação do leitor com crianças do ensino fundamental. Ao disseminar a leitura nas comunidades mais vulneráveis de Pernambuco, ele conviveu com casos de violência doméstica. Hugo conta, em entrevista para a Childhood Brasil, porque resolveu escrever o livro “Antônio” (Editora Escrita Fina – ilustrações de Camila Carrossine) para ajudar as crianças a ter coragem de denunciar o abuso sexual por meio de personagens de contos infantis.
O que o inspirou a escrever uma história infantil falando sobre abuso sexual contra crianças?
Eu sempre desejei ajudar as crianças vítimas de abuso, porque percebia que elas tinham muita dificuldade para falar. Além do medo, vem a opressão, a culpa e uma sensação muito grande de estarem desprotegidas. O abusador atribui à criança uma culpa que ela não tem. Queria fazer com que elas se sentissem mais fortes para poder pedir socorro. O livro Antônio é como um grito. Eu não passei por um abuso, mas procurei me colocar na posição de um garotinho que passa por isso, porque machuca muito.
O menino Antônio gostava muito de jogo da memória, mas não queria lembrar mais do que acontecia entre ele e a Mão [no livro, “a Mão”, representa o abusador]. Ele foi inspirado em alguém?
Na verdade, ele se chama Fábio e o conheci em um orfanato de Olinda, onde trabalhei. Toda segunda-feira, ele dormia muito na escola, porque era abusado sexualmente por um vizinho nos finais de semana, quando voltava para a casa da família. A avó sabia, mas fazia de conta que desconhecia a violência, porque recebia dinheiro do abusador para ficar calada. Ele tinha dez anos, mas viveu isso por dois anos.
Para ver a entrevista completa, clique aqui.
Beijo-flor com alegria e cor!
domingo, 13 de maio de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
FNLIJ - 2012 - 14o. Salão FNLIJ do livro para crianças e jovens
Às dez da manhã estávamos lá dentro da FNLIJ e eu com meu crachá : "Camila Carrossine - autora", feliz da vida. O primeiro lançamento foi com Hugo e Mirna, e foi nessa mesma hora que os conheci pessoalmente, antes disso só emails e facebook (vivemos em uma era virtual, não é mesmo?). Mas o que li no texto dos dois quando ilustrei o "Antônio" e o "Chuá! Chuá!" se traduziu nas próprias pessoas, bem ali, na minha frente. Hugo muito gentil e Mirna muito doce, iguais às palavras que escrevem.
As crianças ouviam atentamente o que falávamos e traziam muita curiosidade nos olhos. Descobri que elas gostavam de tomar banho de chuva e que não gostam de ficar sozinhas, igualzinho a nós - adultos.
Depois que acabou esse primeiro lançamento fomos dar uma passeada na feira e checar os lançamentos. Tanta coisa legal, tanta coisa bonita, tanta criança com seus saquinhos de lanche (eu reparei: uma maçã, uma garrafa de água, um bolinho e um pacotinho de bolacha) - imagina o dia inesquecível que elas passaram...
Comemos qualquer coisa por ali mesmo (vocês lembram, o café da manhã tinha sido dos bons!) e logo já seria hora do outro lançamento.
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| à esquerda detalhe do chão e à direita o salão da Confeitaria Colombo |
Depois precisamos sair de lá pois teria outro lançamento, então fomos para o estande da Escrita Fina e lá aconteceu o que pra mim foi o ponto alto do envento. Andrea e eu estávamos lá assinando alguns livros e conversando com algumas pessoas tranquilamente, quando de repente chegou uma garota - Júlia (jamais esquecerei o nome dela) - e pediu um autógrafo em um papel. Quando ela percebeu que ali tinha duas pessoas autografando ela gritou bem alto para o resto "deles": OLHA! AQUI TEM DUAS ESCRITORAS!!!, e se corrigiu em seguida: NÃO!! É UMA ESCRITORA E UMA ILUSTRADORA!!!
Nesse momento chegaram uns 20 de uma vez em um espaço que calculo tinha uns 3x4m (repleto de estantes de livros, mesa, cadeiras e caixas), todos colocando a nossa frente agendas ou pedaços de papel para ganhar seus autógrafos. Um lá gritou: "EU JÁ TENHO TRÊS!"... Eles competiam para ver quem tinha mais assinaturas. Foi muito divertido, um pouco assustador também, rs.
Essa foi minha pequena aventura da quarta-feira passada. Só sei que depois de brincar o dia inteiro, de tão cansada, dormi feito criança.
Beijo-flor e bom final de semana.
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